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Instituto Eu Quero Viver
sábado, 6 outubro, 2012 13:19

Trabalhar em rede é a alternativa dos alternativos

arte/farolcom

Os tempos são outros, a internet já nem lembra mais de como era nos meados dos anos 90, quando nasceu o Google, por exemplo. Todos os modelos de atuação na internet mudaram, as ferramentas descomplicaram-se, mas ainda existe monopólio de informação. Acredito que está na hora de mudar um pouco o foco.

Meus amigos Géssica Hellmann e Alex Oliveira que vivem em Joinville, desenvolvem um belo trabalho com mídias sociais e assuntos assemelhados.

Minhas amigas Lívia Fernandes e Larissa Lali, aqui em Uberlândia, fazem um excelente network tendo a fotografia como eixo principal. Outro amigo Sergio Evangelista e equipe mantém o Página Cultural, uma revista eletrônica de cultura e afins. Eu tenho o FarolCom (aqui mesmo onde você lê), um jornal eletrônico e seus filhotes e o CaldoQuântico uma revista de qualidade de vida e seus filhotes também.

Nessa semana, Géssica escreveu no perfil do BizDrops no Facebook que: - "O usuário médio gasta 20 minutos por visita ao Facebook, 14 minutos e 30 segundos no Pinterest, 13 minutos no Twitter, 8 minutos no LinkedIn". E mesmo sem citar fontes* ou ser mais específica, sua bagagem de informação na área me autoriza a ter a informação como correta*. Pensei: - Hmmm pouquíssimo tempo, não? Só pagando para aparecer o tempo todo. Preocupante.

*(Na verdade a citação foi feita nesse artigo e que eu reli depois em outro post onde a citação estava isolada.)

Todas as pessoas que citei acima e mais um bom tanto de outras que conheço distribuem suas informações pela rede. Twitter, Facebook, YouTube, Pinterest ou LinkedIn entre tantos. Você coloca sua informação nesses canais e espera retorno em popularidade e financeiro.

Não posso falar pelos outros, mas posso dizer por mim que o faturamento e a popularidade advém quase que exclusivamente do GoogleNews, um serviço de captura de notícias. Cerca de 87% do meu tráfego e da minha receita vem daí. Mas também não suporta minha despesa, apenas empata.

Faltam elementos nessa equação. Um jornal impresso e a televisão. Jornais no Brasil tiveram crescimento no último ano. E a televisão é de longe o veículo com maior penetração e alta capilaridade. Não estou falando de um canal, estou falando do veículo. Quem, entre todas as redes faz o uso mais sistemático e integrado é a Rede Globo, (desnecessário citar fontes). Basta você sintonizar na TV aberta ou assinatura (GloboNews, GNT, Futura....), ler O Globo, acessar o G1 e vai entender rápido o que estou falando.

Televisão, ainda é um veículo caro, só dá para encarar se tiver um bom caixa ou se atuar em grupo. A grade de programação das TVs locais está cheia, ou quase, os horários que por ventura estão disponíveis tem além do preço salgado uma audiência menor.

No nosso caso, as duas TVs mais ou menos acessíveis, Cidadania e Canal da Gente são equações nem sempre simples de resolver nos quesitos abrangência, qualidade do sinal e custo às vezes parecidos com os das grandes redes.

Recentemente chegou o "hangout" uma plataforma que usa o YouTube associado ao Google + e que permite uma conversa simultânea entre até 9 pessoas e uma audiência ilimitada através do recurso "OnAir" que coloca o sinal no Youtube direto e ao vivo. Assim como o GoogleNews esvaziou a audiência dos jornais mundo afora, esse recurso vai fazer o mesmo com as TVs (premonição), mas elas não vão acabar, como também não acabaram os jornais. Aqui a questão é que o Google ensina gradativamente que é o trabalho em rede que vai ser o tom do século XXI.

Em todos os casos o que manda na verdade é o conteúdo e através de elementos fora da rede (jornal impresso e TV) a necessária capilarização da informação e o consequente aumento de audiência. Uma outra vantagem desse modo de pensar é que os envolvidos não precisam se fundir, o que traria o desaparecimento de algumas marcas, mas é bastante escolherem um canal "joint-venture" para difundir o trabalho individual de cada grupo. Agrupar conteúdo.

O "hangout" me parece a ferramenta mais acessível de todas para "televisionar" conteúdo, carrear leitores para os sites, impulsionados por um veículo impresso que atue como popularizador de todas essas ações e na medida em que essas 'Presenças', se façam presentes em diversos formatos de divulgação trazer aquele que pode alavancar o negócio, que é o anunciante ou um parceiro de negócios que fomente a distribuição da imagem.

Enfim, o objetivo desse artigo é instigar e ouvir o que outras cabeças estão pensando e de repente funcionar como catalisador de ideias e ações. Vamos!

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