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A sociedade mobilizada para vencer a luta contra o mosquito

Instituto Eu Quero Viver
Terça-feira, 22 Julho, 2014 18:07

Problema ou solução a escolha é sua

William Hall Raine
Multidão acompanha resultado das eleições na Nova Zelândia em 1931
Arquivo Nacional
População do Rio de Janeiro faz vigília durante a votação da Emenda Dante de Oliveira, que previa eleições diretas para presidente 1984
Tomaz Silva/Agência Brasil
Protestos do dia 18/06/2013 no Rio de Janeiro

Ou você faz parte do problema, ou você faz parte da solução, ou você faz parte da paisagem. Escolha.

O personagem de Robert De Niro no filme Ronin (1998) cita a frase acima que é perfeitamente útil em diversas, se não em todas as situações da vida.

A vida não muda, o mundo não muda, o que mudam são as pessoas e o modo como elas interagem com a vida.

Nos anos recentes uma avalanche de novidades assombram o mundo numa nunca vivenciada revisão profunda de valores.

O grande avanço proporcionado pela Era Industrial tirou o mundo do trabalho braçal e revolucionou a produção e o consumo.

A Era Digital interconectou as pessoas, a produção e o consumo, mas esse avanço sem precedentes não trouxe o desejável avanço nos costumes, nos valores e nos hábitos pessoais.

Num mundo de mais de sete bilhões de pessoas e comunicação em tempo real, fica mais difícil separar joio de trigo.

A frase do início se encaixa aí, porque a multidão está no papel de paisagem. Solução e problema ainda é para poucos e o movimento da massa sempre foi e continuará sendo lento.

Ou seja, é o seu empenho e dedicação pessoal que vão abrir as portas para a realização e o sucesso que muitos apregoam, mas poucos estão dispostos a enfrentar.

O senso comum, a zona de conforto podem não te dar lá muita dor de cabeça, mas também não vão te colocar em nenhum lugar de destaque.

As eleições estão aí, as campanhas vão repetir a mesma história que você ouviu quando era criança, a mesma que ouviram seus pais, seus avós.

A mudança só será possível a partir do indivíduo, do um a um. Se você se der o trabalho de ler os jornais, vai verificar que os discursos se nivelam e o objetivo único é ser eleito, nada mais.

Vale para seus hábitos de consumo também.

Em junho do ano passado, uma multidão ocupou as ruas de centenas de cidades pelo Brasil, uma coisa que não era vista há décadas e de repente o que sobrou foram atos de violência, alguns mortos, entre eles o cinegrafista Santiago Ilídio Andrade, muitos feridos, entre eles o fotógrafo Sergio Silva, que perdeu um dos olhos. Nem vou falar das perdas materiais.

Fazer parte da paisagem é engrossar as fileiras, é ir no embalo. Solução e problema estão nas mãos de poucos mais ou menos estruturados e antenados com a movimentação.

Não havia base política ou social em seu sentido cívico que pudesse sustentar aquele magnífico levante, mas uns poucos que aproveitaram a onda surfaram nela.

A boa nova

Não existe absolutamente nada no mundo de hoje que prospere para poucos, mas você precisa se permitir esse pertencimento, você precisa se sentir parte integrante desse conjunto e se sustentar dentro dele com seus talentos pessoais pois do contrário o festival de sandices vai continuar, para prejuízo do todo.

Sucesso e realização são objetivos possíveis num mundo que está totalmente aberto e absolutamente conectado. O seu limite é a sua disposição de buscar ferramentas que possam alavancar sua história de vida.

A hora de começar já passou, mas ainda dá tempo de subir nesse bonde. Sair da grande massa que forma a paisagem é uma escolha individual, seja lendo, seja exercitando um dom, seja se aproximando de pessoas que realmente estão dispostas e eticamente comprometidas, mas não para viver na aba, não para ficar na periferia das coisas, mas para atuar firmemente com aquilo que você sabe fazer.

Não se assuste com os movimentos e com a avalanche de violência e aparente discórdia reinantes aqui e em outros lugares do mundo. Esse é o efeito do caldo social fervendo.

No passado essas movimentações serviam a propósitos específicos de grupos nem sempre visíveis no tecido da sociedade. No presente você pode fazer essa revolução interior sozinho, prestando atenção no estilo de vida e na força da onda que quer te varrer para lá e para cá.

Definitivamente ninguém precisa permanecer como parte da paisagem. É questão de escolha.

Vem!

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