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Instituto Eu Quero Viver
terça-feira, 10 março, 2015 - 11h36

Vamos derrubar a Dilma e correr para o buteco festejar

Ilustração

Vamos derrubar a Dilma e correr para o buteco festejar. Deodoro também derrubou Pedro II e também não sabia o que fazer depois.

Não só ele, mas a elite daquela época queria o trono, não se contentava em construir o país, queriam o cargo, queriam mamar e na impossibilidade de manter escravos, foram buscar os miseráveis que abundavam do outro lado do mundo, relegando aqueles que lhes serviram bravamente a troco de água, comida e chibata e morte para os "indolentes" durante 300 anos à própria sorte nos lugares mais insalubres e remotos.

O brasileiro é invejoso. Deseja o cargo, deseja o bônus e não quer arcar com o ônus. Faz muito tempo que não torço.

É preciso enxergar o país muito além dos próprios apetites pessoais de visão estreita e curta.

Golpes já tivemos aos montes desde as caravelas. Ou o que foi a chegada da esquadra?

Dilma Rousseff não é a melhor governante. Quem foi? Não há a menor sanidade em querer estabelecer um ranking porque cada época tem suas próprias verdades.

Nosso processo de construção de nação esbarra muito e sempre na pressa de querer ser o melhor, o eternamente lembrado, o pai da pátria, o salvador. E um povo que adora estender a mão. As raízes são históricas.

Não fosse isso teríamos evoluído ao invés da imensa colcha de retalhos em todos os sentidos.

Fernando Henrique Cardoso, Dilma Rousseff, Lula, Collor, Itamar, Sarney, Tancredo, Juscelino Kubitschek, José do Patrocínio, Getúlio Vargas, Deodoro, José Bonifácio, Pedro I, Pedro II, Princesa Isabel, Estácio de Sá, Marques de Pombal, Tiradentes, cada um acertou e errou segundo o ambiente da época, reflexo também do povo contemporâneo.

Até bitolas de trem diferentes construímos para limitar o acesso de um possível invasor. Faltou-nos sempre um projeto unificado que promovesse a integração nacional de verdade.

O Nordeste e digo o seu povo, brasileiros como nós, vivem muitos ainda à espera do caminhão pipa na seca e da defesa civil nas cheias, num eterno balé de esmolas. Os verbos são sempre conjugados no futuro e as ações seguem o mesmo caminho.

Dinheiro há e muito, muito, muito. Tanto que nem a corrupção mais desavergonhada que campeia por aqui desde Cabral, conseguiu impedir que o país continuasse existindo. A Petrobras, o mensalão, as Proclamações, os quintos (dos infernos), a escravidão e o "Descobrimento" (kkkkk).

Todas as nossas elites tem um prazer imcompreensível de compaixão pelos pobres e nunca em acabar com a pobreza. Aquela, da miséria profunda e aquela dos ônibus lotados para além da capacidade, das ruas esburacadas, dos postos de saúde, das escolas, dos serviços públicos, muitos feitos a "meia-boca". Nós aceitamos tudo isso, temos como verdade que alguns são "eleitos" e o resto......

Um país não é jogo de futebol, não é campeonato, não é ser a favor ou contra e um processo infinito de construção. Um país não se disputa, se constrói.

Já disse, o brasileiro é invejoso. Deseja o cargo, deseja o bônus e não quer arcar com o ônus. E digo, se não é do seu agrado, cruza o braço, joga pedra, faz beicinho e leva a bola embora.

A Dilma Rousseff não é a melhor governante, já disse, nem a pior, já digo. Ela é o reflexo do conjunto da sociedade, da alma que anda reinando por aqui.

Somos nós que temos que pensar o país como um todo e nos unirmos em torno daquilo que acreditamos e agir. Tem muita gente fazendo isso em silêncio, quase sem recursos e são esses que vão desenhando o futuro, que aliás é a soma dos "presente". Estão lá agora, nas periferias ensinando o bem ou o mal, longe dos discursos monótonos das elites da atualidade.

Desengravatados, descalços, mas profundamente dedicados a realizar algo, a dar visibilidade aos invisíveis, sem esperar que o "governo" faça.

Ninguém é o culpado, todos nós é que devemos ser responsáveis. Somos latinos. Desprovidos do pragmatismo necessário para eliminar "mi-mi-mis" e nhém-nhém-nhéns" Capice! É isso que precisa mudar.

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