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Instituto Eu Quero Viver
quarta-feira, 28 novembro, 2012 20:45

Dólar sobe em economia acostumada ao baixo câmbio

Alvimann
Na última semana, a moeda norte-americana bateu um recorde de mais de três anos e chegou aos R$ 2,11

Há cerca de seis meses o dólar está cotado em mais de R$ 2,00. O governo afirma que este é um índice que veio para ficar. No entanto, trava batalhas com fortes setores para que o Banco Central interfira no mercado e a cotação seja reduzida.

Por outro lado, a indústria brasileira é reforçada com a venda de produtos nacionais, o que aumenta a circulação de dinheiro no país. Assim, os empresários querem o dólar entre o índice de R$ 2,00 e R$ 2,05.

Mas na última semana, a moeda norte-americana bateu um recorde de mais de três anos e chegou aos R$ 2,11. O índice só abaixou após o leilão de swap, que corresponde à venda de dólares no mercado futuro.

Os Estados Unidos acusam o Brasil de um protecionismo maquiado, dificultando o mercado entre os dois países. Com um dólar alto, a população larga mão de compras de produtos do exterior. E para a maior economia do mundo, que passou por uma forte crise em 2008 e vem aos poucos se recuperando, uma diminuição nas vendas afeta essa aceleração.

Já o Brasil afirma que a alta cotação não é medida protecionista e que o brasileiro estava mal acostumado a uma moeda baixa. Agora, segundo o ministro da Fazenda, Guido Mantega, é hora do país passar por uma desintoxicação e encarar o dólar no patamar acima dos R$ 2,00 e juros mais baixos.

Quem ganha com uma alta da moeda é a inflação, que vive rondando o mercado interno. Mas o crescimento do país também é beneficiado, devido à grande movimentação econômica. Além disso, a média salarial tem crescido de forma superior à da inflação, o que, na teoria, dá mais poder de compra ao trabalhador. E como para o ministro a inflação está sob controle, uma sequencia de alta cotação pode começar a ganhar êxito.

Seria uma surpresa ao lembrar que o dólar já chegou a ser cotado a R$ 1,60. Mas para a Confederação Nacional da Indústria esse é o caminho. E para a instituição, um câmbio a R$ 2,40 pode ser o próximo objetivo.

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