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terça-feira, 4 dezembro, 2012 0:27

Balança Comercial fecha com déficit em novembro

Jane M Sawyer

O mês de novembro trouxe um número desanimador para o cenário econômico brasileiro. A balança comercial do país fechou com déficit, já que as exportações foram menores do que as importações.

O resultado mostra que mesmo com dólar alto as importações seguem acontecendo e que a economia interna não cresce com tanta gana.

Em 12 anos, este foi o pior índice de novembro. Em comparação ao mesmo período do ano passado, a redução foi de 2,6%. Os dados foram divulgados pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, que não ficou nada satisfeito com essa realidade.

Embora o mês tenha sido ruim para o Brasil, com diferença negativa de 186 milhões de dólares, o ano registra superávit de mais de 17 bilhões de dólares. Ainda assim, o governo está atento a esses números da balança comercial, pois 2011 contabilizou valores um terço maior. Isso mostra um recuo no consumo das pessoas refletido especialmente pela crise na Europa.

Um dos fatores que influenciaram no déficit são produtos como combustível e lubrificantes que tiveram preços inflacionados em relação ao ano passado. A desvalorização da moeda nacional por sua vez ajudou na alta de 5% em relação à exportação dos produtos manufaturados. Os valores foram puxados pela ampliação na venda de aviões, plataformas petrolíferas e combustíveis.

O fim do ano, embora tenha previsão de superávit, ainda assim será bem abaixo do que dos anos anteriores. O esperado é que o Brasil feche 2012 com 20 bilhões de dólares de saldo positivo e crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) de 1,27%. Como a economia é globalizada e a crise européia não dá sinais de encerramento, as quedas podem ser maiores.

Além do mais, com o dólar acima da casa dos R$ 2,10, mostra que o governo está pondo a aceleração econômica do Brasil como prioridade em relação à inflação. O brasileiro deve pensar em 2013 com aumento de preços, mas com o mercado interno dinâmico. Por enquanto as medidas são drásticas para situações ainda mais drásticas. Tudo depende da resposta do sistema econômico e como os governistas saberão administrar os altos e baixos dessas movimentações financeiras.

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