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segunda-feira, 3 novembro, 2008 10:15

Agropecuarista precisa tratar sua propriedade como uma empresa se quiser exportar

 
 
 
Fazu / ilustração
 
   
     

O curso de Zootecnia da Fazu promoveu a palestra “Realidade e Tendências do Mercado da Agropecuária”.

O assessor especial da Secretaria de Estado da Agricultura Pecuária e Abastecimento, Rodrigo Puccini Venturin, falou para estudantes e produtores rurais sobre o aumento na demanda de alimentos com o crescimento da população mundial e a necessidade do produtor brasileiro adequar seus produtos para entrar nesse mercado.

Segundo ele, países como a Índia, a China e a Rússia precisam cada vez mais de alimentos. Por isso, é preciso incentivar a exportação dos produtos brasileiros. “A tendência é um mercado mundial incomum. Para o Brasil entrar nesse mercado, os produtores rurais têm que ser eficientes na gestão, fazer controle de custo e um bom marketing para atingir o mercado internacional nos países emergentes”, ressalta Venturin.

Na opinião do assessor, fundamental nesse processo é fazer o produtor enxergar sua propriedade rural como uma empresa para ele alcançar a qualidade exigida no mercado internacional. “O produtor deve ser mais eficiente para adequar sua produção às normas internacionais”, enfatiza.

Tanto no setor de carne quanto no de leite, Minas dá o exemplo. Venturin informa que a Nestlé desenvolve um programa modelo de qualidade para padronização do leite. Em Minas Gerais, a empresa participa do pólo de excelência de leite e derivados de Juiz de Fora em conjunto com o projeto Minas Leite. Esse projeto possui uma metodologia que visa à melhoria da qualidade do leite nas propriedades. Apóia o produtor a desenvolver um plano de negócios para melhorar e qualificar seu produto para exportação. Uma das ações desse projeto é a capacitação dos produtores.

Em relação à exportação de carne as notícias também são boas para o estado. Das 400 propriedades certificadas no Brasil, 200 estão em Minas. A proposta do governo do estado é chegar até o final do ano com 400 propriedades certificadas e aptas a exportar para união européia - "mercado mais difícil de entrar", na opinião do assessor.

No setor do café o estado também já avançou. “Já certificamos café de vários produtores. Mais de 150 entraram num programa do estado para melhorar a qualidade do produto”, diz o assessor. Ele afirma ainda que Minas também se destaca no setor de grãos. “40% do PIB do estado vem do agronegócio. "Para isso, cada vez mais o governo trabalha na facilitação de crédito para os produtores, melhoria da infra-estrutura e das estradas”, acrescenta.

Um dos problemas atuais vividos na agropecuária brasileira é o aumento no preço de fertilizantes e de insumos. “Existem questões, como esta, que não dá pra controlar. Mas para tentar evitar, o produtor deve acompanhar sempre o cenário mundial”, sugere Venturin.

Isabela Avelar | FAZU

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