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quarta-feira, 20 março, 2013 23:39

Para diretor da OIC, a produção de café deve seguir as necessidades de consumo

Henrique Vieira
Na feira, Silva falou sobre o “Cenário da Oferta e Consumo Mundial de Café”

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Durante a abertura da Fenicafé, Robério de Oliveira Silva disse que a crise que assola o setor não chega nem próximo às crises vividas pelos produtores no início do milênio

Um dos grandes momentos do primeiro dia da Fenicafé 2013 foi a palestra proferida pelo diretor-executivo da Organização Internacional do Café (OIC), Robério Oliveira Silva.

Através de gráficos, o diretor da OIC mostrou os indicadores de preços do café nos últimos 13 anos. Para ele, esta crise que assola o setor cafeeiro em 2013, não chega nem perto das crises vividas pelos produtores no início do milênio. “Mas isso não quer dizer que não é um fator preocupante”, analisa.

Com relação aos custos de produção, Silva disse que no Brasil estes custos estão muito acima dos praticados no mercado. “Portanto, estamos chegando a níveis muito perigosos para a sustentabilidade do produtor brasileiro e também dos outros países”, informa.

A produção mundial de café para 2012/2013, está estimada em 144,4 milhões de sacas. “Apesar destes números estarem sujeitos a constantes revisões, podemos notar uma tendência no aumento da produção. Mas na verdade, temos que garantir que a produção nos países produtores esteja em linha com as necessidades de consumo, para evitar a formação de estoques”, completa.

Silva relatou que o consumo global cresce, atualmente, cerca de 2,5% ao ano, impulsionado pelos mercados emergentes, onde este índice supera os quatro pontos percentuais. Apesar disso, o consumo mundial ainda é bastante baixo, uma vez que grande parte da população não consome café. Portanto, para o futuro, ainda se prevê um importante crescimento no número de pessoas que bebam o produto devido ao potencial de ingresso desses potenciais consumidores. Na outra ponta, acredita-se que haverá estagnação no nível de consumo de café nos países desenvolvidos.

O diretor-executivo também salientou que os mercados emergentes possuem um alto nível de absorção do café robusta devido ao alto consumo de solúvel e, especificamente no caso brasileiro, em função da alta disponibilidade e dos menores preços desta variedade. Nos mercados "maduros", também foi verificado um aumento na quantidade de conilon em seus blends, cuja proporção saltou de 25% para 45% nos últimos cinco anos. Por fim, citou que o consumo tem aumentado 2,5 milhões de sacas ao ano, das quais 2,0 milhões seriam referentes à absorção de robustas nos novos mercados.

O café é um dos produtos básicos que mais se negociam no mundo, sendo produzido em mais de 60 países. Muitas nações produtoras são altamente dependentes do café, chegando a corresponder a mais de 50% de suas receitas de exportação.

O café representa o sustento para mais de 125 milhões de pessoas e é particularmente importante para os pequenos produtores, que produzem a maior parte do café mundial.

via Lílian Rodrigues

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