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Instituto Eu Quero Viver
domingo, 24 março, 2013 20:03

Autoridades divergem em discurso

Henrique Vieira
Silas Brasileiro, mais uma vez se posicionou contrário à liberação de financiamentos para novos plantios

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Para o presidente do CNC, deputado Silas Brasileiro não é hora de ampliar a área plantada; mas secretário de Agricultura do Estado de Minas, Elmiro Nascimento quer a ampliar a representação do agronegócio mineiro no país.

Em discurso realizado durante a abertura da Feira Nacional de Irrigação em Cafeicultura (Fenicafé), nesta quarta-feira (20), o presidente do Conselho Nacional do Café (CNC), deputado federal Silas Brasileiro, mais uma vez se posicionou contrário à liberação de financiamentos para novos plantios, para não afetar o delicado equilíbrio entre oferta e demanda, provocando consequências negativas ainda maiores nos preços pagos aos produtores. “No mercado especulativo, os preços estão caindo, há falta de renda e os estoques estão baixos. Até quando vamos suportar esta situação? Até quando o produtor vai resistir?”, questiona.

Brasileiro defende que os recursos sejam direcionados para a renovação das lavouras antigas, permitindo a implantação de variedades mais produtivas, resistentes ou tolerantes aos problemas fitossanitários e climáticos. “É fundamental a realização de estudos que apontem as localidades onde a renovação do parque cafeeiro seja mais necessária. Planejamento e visão estratégica são indispensáveis para que a cafeicultura brasileira cresça no tripé das sustentabilidades econômica, social e ambiental”, afirma a liderança.

Para Brasileiro, o Brasil é um dos poucos ofertantes com potencial para suprir a crescente demanda mundial. “Porém, os produtores não podem arcar com esse compromisso sem a contrapartida de garantia de renda na atividade. Nesse sentido, é fundamental que o Ministério da Agricultura confirme, com urgência, a disponibilização de instrumentos de política agrícola para que o setor tenha fôlego para manter seus níveis de produtividade”, adianta.

“É muito bom produzir 60 milhões de sacas, mas tem uma lei que é imutável: a lei da oferta e da demanda. Se tem muita oferta do produto o preço tende a cair”.

Brasileiro disse que tem uma reunião agendada com o Ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Antônio Andrade, para discutir quatro importantes projetos para a cafeicultura nacional entre ele está à fixação do preço mínimo da saca de café arábica entre R$336 a R$340, conforme proposta enviada pela Conab (Companhia Nacional de Abastecimento) e que aguarda a aprovação do Conselho Monetário Nacional; a ampliação do Pepro (Prêmio Equalizador Pago ao Produto) para 8 milhões de saca; a diluição ao longo de 12 meses o programa de estocagem – quatro meses de carência e oito para pagamento; por fim o CNC faz mais uma proposta para as Opções.

Contrapartida – Já a perspectiva do secretário de Agricultura do Estado de Minas, Elmiro Nascimento, é de crescimento. “Na verdade temos que valorizar o que o agronegócio representa, não somente para Minas, como também para o Brasil como um todo. Ele gera emprego; gera divisas. O setor representa cerca de 37% do PIB (Produto Interno Bruto) de Minas; o estado representa 13,5% do PIB da cadeia produtiva nacional, mas esperamos que este número se amplie e chegando a 15%, e daqui uns anos quem sabe chegarmos a 20%”, afirma.

O secretário afirma que Minas hoje trabalha em rede, fazendo parcerias principalmente com a iniciativa privada. “Sabemos que o preço do café não é satisfatório, mas temos a plena certeza que isso vai melhorar e as ações do governo estão direcionadas para isso. Hoje fazemos um esforço muito grande para alavancar nossa produção, junto com parceiros importantes como o Banco do Brasil, Sebrae e cooperativas, que financiam este crescimento. O preço do café não tá bem, mas o resto tá excelente. É hora de acreditarmos e produzirmos cada vez mais para que possamos melhorar a condição deste pais”, finaliza.

via Lílian Rodrigues

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