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sexta-feira, 22 março, 2013 21:25

Técnica aumenta produtividade e reduz custo

Henrique Vieira
Segundo Antônio Fernando Guerra, pesquisador da Embrapa Cerrados, palestrante da Fenicafé 2013, essa técnica é basicamente constituída da suspensão da irrigação em um período definido

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Estresse hídrico controlado do café aumenta produtividade e promete aproveitamento de até 90% dos grãos.

Maior produtividade, melhor qualidade dos frutos, bom preço e menor custo de colheita. É o que promete a técnica do estresse hídrico do café, que aumenta a produtividade em até 15% com um aproveitamento de grãos cereja de até 90% durante a colheita apenas reduzindo custos.

Segundo Antônio Fernando Guerra, pesquisador da Embrapa Cerrados, palestrante da Fenicafé 2013, essa técnica é basicamente constituída da suspensão da irrigação em um período definido.

No evento, que acontece em Araguari, no Triângulo Mineiro, Guerra falou sobre as inovações nos sistemas de cultivo de café, como busca constante da competitividade e sustentabilidade.

“Essa definição faz com que haja uma sincronização no desenvolvimento das gemas produtivas e, consequentemente, uma floração exuberante e uniforme, de modo que os frutos possam se desenvolver ao mesmo tempo e, no final, o produtor obter pelo menos 85% de grãos cereja no momento da colheita”, explica o pesquisador.

A técnica aumenta ainda a produtividade em torno de 15% em função do melhor aproveitamento do trabalho da planta. Guerra conta que, na cafeicultura tradicional, com irrigação durante todo o ano, o produtor tem até 5 períodos de florações.

“Os frutos provenientes das primeiras florações secam na planta, caem e continuam sendo umedecidos. Consequentemente, eles ficam ardidos. Já os das últimas florações, não terão um enchimento completo. Portanto, o produtor colhe um grão verde que ainda não completou a fase de enchimento”, diz.

Com a técnica do estresse hídrico controlado, é possível obter uma uniformização da floração e do desenvolvimento do fruto, como fala o pesquisador. Em vez de colher até 35% de grãos cereja, o produtor passa a colher até 90%, o que aumenta a produtividade.

“Outro benefício é a possibilidade de colher grãos cereja para a produção de cafés especiais, que contam com melhor preço de mercado, levando em consideração o tratamento de forma adequada”, acrescenta Guerra.

O pesquisador garante que essa é uma técnica de custo negativo, ou seja, o produtor deixa de aplicar água por 72 dias durante o período mais seco do ano. Com isso, economiza-se em torno de 35% da água e da energia utilizada na irrigação.

via Lílian Rodrigues

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