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quinta-feira, 21 fevereiro, 2013 12:04

Mobilidade urbana

Gil Leonardi

“No momento que nós temos ônibus maiores e expressos funcionando em vias próprias, nós estamos priorizando o transporte coletivo e, é claro, facilitando muito a vida das pessoas” - Antonio Anastasia

Terminais metropolitanos vão melhorar o transporte público na Região Metropolitana de Belo Horizonte

Governador, a questão da mobilidade urbana, o trânsito nas médias e grandes cidades, é um problema e um desafio em todo o Brasil. O Governo de Minas já mostrou que vem enfrentando essa questão com planejamento e seriedade, e apresenta mais uma novidade para a Região Metropolitana de Belo Horizonte. O senhor pode explicar para a gente esse novo projeto?

Antonio Anastasia: Bem, nós lançamos agora um projeto muito importante chamado Terminais Metropolitanos. Nós sabemos que o trânsito na Região Metropolitana de Belo Horizonte é um trânsito muito complexo e é uma grande responsabilidade do Estado pelo transporte entre os municípios, o chamado intermunicipal, que na região metropolitana se chama transporte metropolitano. Estamos construindo agora, com essa verba de R$ 190 milhões, 13 terminais metropolitanos. Esses terminais vão permitir que os passageiros sejam levados a esses terminais em ônibus das linhas comuns e ali eles transbordem para ônibus expressos ou semi expressos, inclusive do BRT, que é o tipo mais rápido de ônibus que está sendo instalado na capital e que vai permitir uma maior velocidade ao alcançar o Centro da cidade.

Qual é o objetivo desse projeto governador? É justamente diminuir o tempo de deslocamento das pessoas de casa para o trabalho?

Antonio Anastasia: Ao mesmo tempo, diminuir o tempo de deslocamento, melhorar a qualidade de vida dessas pessoas, dar mais conforto e segurança e também, é claro, retirar um grande número de ônibus das avenidas e das ruas– o que vai dar mais fluidez ao tráfego. Então, no momento que nós temos ônibus maiores e expressos funcionando em vias próprias para esses ônibus, nós estamos priorizando o transporte coletivo e, é claro, facilitando muito a vida das pessoas.

Não tem jeito da gente falar de mobilidade urbana em Belo Horizonte sem tocar também no assunto do metrô. Como está esse projeto tão sonhado pelos moradores da Região Metropolitana?

Antonio Anastasia: O metrô, na realidade, é a forma definitiva de transporte coletivo nas grandes metrópoles. Belo Horizonte já tem hoje um metrô de superfície pequeno para as nossas necessidades e– através de um projeto integrado entre o Governo do Estado, as prefeituras de Belo Horizonte e Contagem e o governo federal– nós temos um projeto de ampliação desse metrô. Hoje, só há uma linha, chama Linha 1. A proposta é termos a Linha 2 e a Linha 3. Essa Linha 3 será subterrânea, não será um metrô de superfície, entre a Savassi e a Lagoinha, no Centro de Belo Horizonte. Para tanto, a proposta é realizar uma parceria público-privada. Recursos do poder público e recursos do setor privado, que irá administrar o metrô. Para isso, nós estamos fazendo uma consulta, através de um edital, às empresas interessadas. Essa consulta já está na praça, já foi publicada e, ao mesmo tempo, nós estamos fazendo as sondagens para essa linha subterrânea, através da empresa Metrominas. Essa sondagem está sendo realizada no centro de Belo Horizonte, exatamente entre a Lagoinha e a Savassi. E, por fim, os recursos necessários para as obras do Metrô nas duas linhas de superfície e na linha subterrânea já estão identificados. Cerca de R$ 1 bilhão será transferido pelo governo federal, o Governo do Estado está levantando um empréstimo junto ao BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) de R$ 750 milhões e ainda vai alocar recursos do seu orçamento, como também a Prefeitura de Belo Horizonte, para termos essa nova modelagem de metrô funcionando e funcionando bem. Portanto, com o BRT, com os terminais metropolitanos, com o metrô, com as obras viárias que fizemos e as novas que estamos fazendo, certamente vamos melhorar muito o trânsito na região metropolitana de Belo Horizonte.

O caminho é esse governador: trabalhar com planejamento metropolitano integrado?

Antonio Anastasia: Planejamento metropolitano integrado, parceria entre os níveis de governo e muito respeito ao cidadão do transporte que faz da casa ao trabalho e vice-versa.

Fonte: Superintendência de Imprensa do Governo de Minas Gerais

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