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quinta-feira, 18 julho, 2013 10:54

Berço de riquezas culturais inestimáveis

Gil Leonardi

“Minas Gerais tem mais de 60% do patrimônio histórico e cultural do Brasil. E temos projetos importantes. Precisamos cada vez mais trazer turistas para nosso Estado, especialmente estrangeiros, de modo a termos aqui também a alocação de recursos, gerando empregos, investimen-tos, receita e permitindo que se crie um círculo virtuoso com a vinda de turistas”. - Antonio Anastasia

Governador, nesta semana foi comemorado o Dia de Minas, ocasião em que a capital mineira é transferida simbolicamente para Mariana, um dia em que o Estado celebra sua história, sua cultura e seu patrimônio. E a conservação desse patrimônio histórico é uma das prioridades do Governo de Minas. O que está sendo feito nessa área, governador?

Antonio Anastasia: É verdade. O dia 16 de julho, dia de Nossa Senhora do Carmo, foi Dia de Minas e Dia de Mariana, a primeira capital do Estado. Há toda uma cerimônia festiva no local que foi a primeira cidade de nosso Estado, para o onde é transferida a capital. E aproveitamos para debater muito sobre a cultura de Minas Gerais, o que significam os valores da nossa cultura, da tradição, da trajetória histórica de Minas. E é claro que há um esforço muito grande em nosso Estado para preservar a cultura mineira. Minas Gerais tem mais de 60% do patrimônio histórico e cultural do Brasil. E temos projetos importantes. Eu poderia citar, por exemplo, uma legislação de 1997, pioneira em Minas, que é exatamente a cessão de cota parte do nosso ICMS, da parte disponível, do chamado ICMS Cultural, para ajudar aqueles municípios que tenham programas de apoio à cultura. Ao longo dessas últimas décadas, foram quase R$ 500 milhões alocados a favor desses municípios em programas dos mais diversos, dos mais descentralizados. Não posso deixar de mencionar também o Programa Minas Patrimônio Vivo, do nosso Instituto Estadual de Patrimônio Histórico e Artístico (Iepha) de recuperação de bens históricos, especialmente das igrejas barrocas de nosso Estado, que está em curso. Portanto, essa preocupação é permanente, para valorizarmos sempre não só o modo de agir, de pensar, de ser do mineiro, mas também o nosso patrimônio físico, tão importante para preservar a nossa memória e a nossa identidade.

O Governo de Minas criou o roteiro cultural da Copa do Mundo, um programa que reúne as principais obras de infraestrutura e importantes ações que têm sido preparadas para o período da competição. Que atrações serão essas?

Antonio Anastasia: Precisamos trazer cada vez mais turistas para nosso Estado, especialmente estrangeiros, de modo a termos aqui também a alocação de recursos, ou seja, dinheiro, gerando empregos, investimentos, receita e permitindo mais investimentos em um círculo virtuoso, que significa a vinda de turistas. Nós vemos que alguns países europeus - como é o caso da França, da Espanha e da Itália - têm no turismo a sua principal fonte de renda. E nós temos, em Minas, patrimônio histórico, cultural, natural, gastronomia e hospitalidade suficientes para dar sustentação a uma política ousada nesse sentido. Aproveitando a grande vitrine que é a Copa do Mundo, lançamos a ideia desse roteiro, de tal modo que o turista possa também conhecer algumas das iniciativas culturais mais importantes do nosso Estado, como o Circuito Cultural da Praça da Liberdade e o museu Inhotim - um grande espaço, um belo museu de arte contemporânea, com belíssimos jardins. Da mesma forma, temos as nossas grutas históricas, como Maquiné e as demais grutas da chamada Rota Lund, que são, de fato, algo muito belo, extremamente interessante e até mesmo informativo e científico. Todo esse esforço foi realizado ao longo dos anos para dotar esses equipamentos culturais de boas condições, não só para receber os turistas, mas, especialmente, para mostrar a eles a oportunidade de voltar outras vezes a nosso Estado.

O senhor citou o Circuito Cultural Praça da Liberdade, que está se tornando o maior complexo cultural do país. Novos espaços serão inaugurados em breve. Que novidades serão essas, governador?

Antonio Anastasia: O Circuito Cultural da Praça da Liberdade, de fato, é extraordinário. Ele foi possível exatamente com a inauguração da Cidade Administrativa e a transferência dos órgãos públicos que se instalavam na Praça da Liberdade, um belíssimo conjunto arquitetônico neoclássico do início da capital de nosso Estado. Já temos alguns museus em funcionamento e, este ano, teremos a inauguração do Centro Cultural do Banco do Brasil, a apresentação de um novo conteúdo ao Palácio da Liberdade, a inauguração, no início do próximo ano, da Casa Fiat de Cultura e do espaço do Inhotim na Praça da Liberdade e, com certeza, teremos, em breve, a Escola de Design da UEMG, pois é muito importante também para trazer a comunidade universitária para esse complexo, além das melhorias do Museu Mineiro. Já temos diversas instalações e outras tantas vão se somar. Estamos fazendo todas as obras nos passeios, no embelezamento da Praça. O antigo prédio, o chamado Rainha da Sucata, está sendo reestruturado para servir como um centro de informações do turismo. Tudo isso é feito de maneira articulada com o setor privado e, fundamentalmente, também com organizações não governamentais, de modo que tenhamos em Belo Horizonte, como foi dito, o mais belo conjunto cultural do Brasil, permitindo não só com museus, mas também com atividades específicas de aprendizado e de cultura, uma manifestação cada vez mais robusta da cultura, da trajetória e da memória de nosso Estado.

Fonte: Superintendência de Imprensa do Governo de Minas Gerais

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