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quinta-feira, 12 setembro, 2013 10:31

Precisamos agregar cada vez mais valor ao nosso café

Gil Leonardi

"Da produção mundial de café, Minas Gerais responde por um percentual considerável. É uma produção muito importante, até porque ela representa riqueza para Minas, uma pauta importante de exportação, gera empregos e desenvolvimento em todo o nosso Estado." - Antonio Anastasia

Governador, Minas Gerais está recebendo agora um grande e aguardado evento, a Semana Internacional do Café. Fala pra gente sobre esse evento e também sobre a importância dele para o nosso Estado.

Antonio Anastasia: Em primeiro lugar, é uma grande honra para Minas Gerais de a nossa capital, Belo Horizonte, pela primeira vez sediar o Congresso Mundial do Café, especialmente por se tratar da edição que comemora o cinquentenário da Organização Internacional do Café, a OIC. Pela primeira vez esse evento está sendo realizado fora de Londres, que é a sede internacional da OIC, e Minas Gerais foi escolhida exatamente pelo nosso papel tão importante no que se refere à produção do café. É uma produção muito importante até porque, é claro, ela representa riqueza para o Estado, uma pauta importante de exportação, gera empregos e desenvolvimento em todo o nosso Estado. Portanto, é uma oportunidade que temos, inclusive, para tornar Minas Gerais um Estado mais conhecido internacionalmente, fomentarmos e estimularmos o consumo do café e debatermos também temas importantes como, por exemplo, a agregação de valor na cadeia produtiva do café.

O senhor disse aí, governador, trata-se de mais um evento que vai dar grande visibilidade internacional para Minas Gerais, não é mesmo?

Antonio Anastasia: É verdade. Já há um grande esforço do nosso Governo, já há muitos anos, de dar um destaque internacional a Minas Gerais. Por sermos um Estado mediterrâneo, ou seja, sem acesso a porto marítimo, Minas Gerais durante muitas décadas ficou um pouco à margem do processo de internacionalização. Mas, felizmente, agora estamos combatendo esse mal, especialmente dentro de um mundo globalizado e, cada vez mais, não só com grandes eventos internacionais aqui, mas fundamentalmente também através de uma ação harmoniosa e coordenada do Poder Público Estadual juntamente com o setor empresarial, levando o nome de Minas para o exterior através de feiras, de grandes eventos, da nossa gastronomia tão aplaudida e também, é claro, da nossa pauta de exportações. E o café é uma grande oportunidade para tal, até porque, em razão da sua presença expressiva na nossa pauta de exportações, do Brasil e de Minas, o café é um símbolo do Brasil. E Minas Gerais, sendo o maior produtor, naturalmente terá a condução de debater nesse grande evento agora em Belo Horizonte, também comemorando o cinquentenário da OIC, temas relativos à política da cafeicultura entre nós no Brasil.

Governador, o setor cafeeiro vive atualmente um momento delicado no Brasil em razão da crise decorrente da queda acentuada dos preços. Como Minas, que é o maior produtor de café do país, como o senhor mesmo mencionou, pode aproveitar este evento para fortalecer e buscar soluções para o setor?

Antonio Anastasia: Esta é a grande oportunidade. Na verdade, o Brasil e Minas Gerais, nós temos uma grande produção do café em grãos. Mas, não temos a produção do café processado, ou seja, aquele que é industrializado, aquele que tem o seu alto valor agregado. Nós, certamente, estamos tendo nesse evento oportunidade de debatermos esse assunto. E ao mesmo tempo, continuar insistindo junto ao governo federal, responsável pela política econômica brasileira, na necessidade de dar mais garantias ao produtor cafeeiro. Já houve um grande esforço por parte do nosso governo, já houve uma melhoria do chamado preço mínimo da saca, o preço de garantia do café, mas mesmo assim sabemos que há necessidade de aprimorarmos ainda mais. Por parte do Estado, há um processo bastante vigoroso desde 2007 para melhoria da qualidade do café através de um projeto de melhoria da produtividade e, é claro, da qualidade desse café. Quanto melhor for o café, é evidente que maior será o seu valor no mercado internacional. Então, é um projeto muito interessante que se realiza desde 2007, como eu disse, com a premiação, inclusive, daqueles que apresentam produtividade e qualidade melhores para termos um café cada vez mais competitivo ao nível internacional.

Fonte: Superintendência de Imprensa do Governo de Minas Gerais

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