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  Thomas Bustrup   

Acordo da CNI prevê vinda de empresários da Dinamarca

quinta-feira, 17 dezembro, 2009 10:45

Missões empresariais dinamarquesas estarão no Brasil em maio do próximo ano para negociar contratos nos setores de eficiência energética, preservação do meio ambiente e alimentos, entre outros segmentos, informou no último dia 15, em Copenhague, o vice-presidente da Confederação das Indústrias Dinamarquesas (DI), Thomas Bustrup.

O anúncio foi feito na assinatura de memorando de entendimento com a Confederação Nacional da Indústria (CNI) estabelecendo cooperação empresarial entre os dois países. O acordo foi firmado entre Bustrup e o vice-presidente da CNI José de Freitas Mascarenhas no centro de convenções Bella Center, onde se realiza a Conferência do Clima das Nações Unidas, a COP 15.

Bustrup sublinhou que o memorando atende à demanda de muitos dos 11 mil afiliados da DI, que têm solicitado o empenho da entidade na busca de oportunidades de negócios no Brasil. Explicou que tal interesse se deve à convicção de parte do empresariado da Dinamarca de que, com o arrefecimento da crise econômica internacional, a economia brasileira será uma das poucas a crescer nos próximos cinco anos.

Segundo o vice-presidente da DI, a partir do memorando há possibilidades de parcerias entre empresas dinamarquesas e brasileiras também na área de extração de petróleo e gás. O acordo permitirá ampliar a balança comercial bilateral, cujos valores estão aquém do tamanho e das potencialidades das economias dos dois países, na avaliação da CNI.

“Esse memorando tem a felicidade de ser assinado no clima da COP 15, que marca o compromisso de várias nações em relação à defesa do meio ambiente”, destacou José de Freitas Mascarenhas.

Nos primeiros 11 meses do ano o Brasil importou da Dinamarca US$ 316,9 milhões e vendeu aos dinamarqueses US$ 239,5 milhões – registrando, portanto, um déficit de US$ 77,4 milhões. No ano passado, o comércio bilateral também apresentou saldo positivo para os dinamarqueses, que venderam US$ 456,7 milhões e compraram no mercado brasileiro US$ 320, 3 milhões.

Imprensa/CNI


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