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sábado, 24 dezembro, 2011 20:00

Pirarucus criados em cativeiro serão cadastrados eletronicamente

 
 
 
Wikipedia/Ginkgo100
 
   
  Pirarucu Arapaima gigas  
     

O microchip permitirá a certificação de origem do animal, o que vai viabilizar a exportação. O Ministro da Pesca e Aquicultura Luiz Sérgio e o Presidente do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis – Ibama, Curt Trennepohl, assinaram na quarta (21) Instrução Normativa que estabelece critérios e procedimentos para cadastramento de reprodutores de pirarucu (Arapaima gigas) no estado de Rondônia.

A IN viabilizará a comercialização do produto, oriundo da aquicultura, nos mercados interno e externo.

O objetivo é criar um “Marco Zero” no cultivo da espécie, com isso os lotes de reprodutores, com identidade genética registrada em microchip eletrônico, vão gerar alevinos que possam ser rastreados e ter sua origem autenticada. Esse movimento é no sentido de assegurar que o produto vendido é proveniente da aquicultura, o que vai servir também para proteger a espécie.

A partir de agora o produtor que tiver interesse em comercializar o peixe criado em cativeiro terá até 90 dias para requerer, junto ao MPA/Ibama, uma vistoria em sua propriedade. Nesta visita serão cadastradas suas matrizes, destacando as principais características dos animais, dados que serão registrados em um microchip o que proporcionará ao produtor maior facilidade para exportar o produto.

Mercados como França, Alemanha e Japão já demonstraram interesse em importar o pirarucu que é o maior peixe encontrado em rios e lagos do Brasil chegando a atingir três metros de comprimento e pesar mais de 200 quilos. Com sabor característico e carne de textura firme o pirarucu é considerado o “bacalhau da Amazônia”.

O Presidente do Ibama, Curt Trennepohl, destacou a importância da parceria MPA/IBAMA e chamou a atenção para a criação de peixes como alternativa para o desenvolvimento econômico do país. “A aquicultura se apresenta como uma atividade alternativa que permite maior produção em menos espaço, onde criamos um boi é possível criar toneladas de peixe, sem desmatar um hectare se quer.”

O Ministro do MPA, Luiz Sérgio, afirmou que a medida é o ponto inicial para o desenvolvimento do cultivo de pirarucus para exportação. “Rondônia será o primeiro estado, a partir dele virão outros e a criação de pirarucus poderá se estender pelo Norte e Nordeste do país. Espero que logo o pirarucu seja servido em restaurantes de países como França, Alemanha e Japão”, destacou Luiz Sérgio.

A princípio esse cadastramento estará disponível para o estado de Rondônia que fará parte de uma espécie de “projeto piloto”. É importante lembrar que a autorização atingirá apenas os peixes provenientes da aquicultura por produtores autorizados pelo Ministério da Pesca e Aquicultura e pelo Ibama. A comercialização do peixe capturado nos rios continua sujeita a outras normas.

Jane Aline Bastos | Comunicação/ Ministério da Pesca e Aquicultura

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