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sábado, 7 fevereiro, 2015 - 17h19

Nível dos reservatórios que atendem a Grande São Paulo continua em elevação

   
Divulgação Sabesp
Cantareira registrou aumento pelo segundo dia consecutivo - O sistema está com o nível mais baixo dos últimos 10 anos

Pelo segundo dia consecutivo os reservatórios do Sistema Cantareira registraram aumento nos níveis, operando agora com 5,6% da capacidade.

Segundo dados de hoje (7), divulgados pela Companhia de Saneamento do Estado de São Paulo (Sabesp), o sistema teve aumento de 0,2 ponto percentual no armazenamento.

Desde o início do mês, foram verificados 85,1 milímetros (mm) de chuva, 42% da média histórica para fevereiro.

Os outros sistemas que abastecem a Grande São Paulo também tiveram aumento nos níveis de armazenamento. O Alto Tietê, que além da zona leste paulistana, atende mais nove cidades, teve elevação de 0,6 ponto percentual e está com 12,1% da capacidade.

Desde o início do mês, as precipitações nos reservatórios somam 81,3 mm, enquanto a média para fevereiro é 192 mm.

No Sistema Rio Grande, que abastece os municípios de Diadema, São Bernardo do Campo e parte de Santo André, foram registrados, em fevereiro, 91 mm de chuva. O nível dos reservatórios subiu de 76,4% para 78,2% de ontem para hoje.

O Sistema Guarapiranga teve elevação de 0,3 ponto percentual no volume de água e está com 51,1% da capacidade. Neste mês, os reservatórios receberam 91,6 mm de chuva. A média histórica para fevereiro no sistema é 192,5 mm. O sistema atende a zona sul de São Paulo.

O Alto Cotia está com 32,2% da capacidade. Ontem, estava com 30,6%. Para janeiro, a média de chuva nos reservatórios é 98,2 mm. Essas represas fornecem água para as cidades de Cotia, Embu, Itapecerica da Serra, Embu-Guaçu e Vargem Grande.

No Sistema Rio Claro, o nível das represas saiu de 30,4% da capacidade, ontem, para 30,9%, hoje. A média de chuva para janeiro nos reservatórios é de 237,8 mm. Até o momento foram registrados 49,6 mm. O sistema atende parte da zona leste da capital e os municípios de Ribeirão Pires, Mauá e Santo André.

População será avisada se houver racionamento em São Paulo, diz secretário

O secretário estadual de Recursos Hídricos, Benedito Braga, disse hoje (6) que a população de São Paulo será avisada sobre um possível racionamento de água na região metropolitana, mas ainda não está decidido se a medida será adotada.

Ao participar de seminário sobre a crise hídrica, promovido pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP), Benedito Braga garantiu que haverá transparência na divulgação sobre locais e horários, por exemplo, do rodízio no abastecimento.

Durante o encontro, ele respondeu a perguntas da plateia, mas deixou o local sem falar com a imprensa.

Benedito disse que sempre criticou o rodízio como forma de redução de consumo, mas que agora estuda a medida, seus impactos, e se, de fato, há possibilidade de adotá-la. Segundo ele, ainda há esperança de que as chuvas ajudem a evitar o racionamento. “Se tivermos fevereiro e março chuvosos, para que vamos incomodar as pessoas com um rodízio?”

O secretário informou ainda que estuda a criação de uma estrutura tarifária progressiva para a água, mas não entrou em detalhes. “A Sabesp tem que ter capacidade de investir em tecnologias e precisa de uma situação financeira equilibrada, porque a redução na produção de água leva à diminuição de receita da companhia. Isso tem que ser equilibrado.”

Perguntado sobre o consumo de água pelas indústrias e pelo agronegócio, muito superior ao da população, Benedito disse que adotará medidas para evitar captações ilegais. Ele informou que técnicos do Departamento de Águas e Energia Elétrica (Daee) estão procurando acabar com captações de água não outorgadas para garantir o abastecimento prioritário do consumo humano.

Agência Brasil

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