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quinta-feira, 12 fevereiro, 2015 - 23h40

Obras para permitir o uso do quarto volume morto do Cantareira

   
Divulgação/Sabesp
O nivel do Sistema Cantareira atingiu 6,7% pelo sétimo dia seguido

O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, disse hoje (12) que fará obras que possibilitem o acesso à água do quarto volume morto do Sistema Cantareira, embora não pretenda usá-la no momento.

“Desses 40 milhões [de metros cúbicos disponíveis], cerca de metade praticamente não precisa de obra nenhuma, é possível retirar. A outra metade [precisa de] pequenas obras de engenharia”, explicou o governador, após evento de divulgação da operação do governo para o carnaval deste ano.

Alckmin destacou que o esforço é para que não seja necessário usar nem mesmo o terceiro volume morto, que também dispõe de cerca de 40 milhões de metros cúbicos (m3). A quarta cota da reserva técnica foi confirmada pelo governo estadual nesta semana. De acordo com Alckmin, trata-se de uma reserva na Represa de Cachoeira, em Piracaia.

Outra medida anunciada foi a limpeza do Rio Pinheiros para abastecer a Represa Billings. “Sempre defendi esse trabalho, porque é um círculo virtuoso. Você limpa o rio, coloca água na Billings, uma parte dessa água vai para o Guarapiranga, portanto, para abastecimento humano, e a outra parte vai para [a Usina Hidrelétrica] Henry Borden, gerar energia elétrica”, destacou. Sem dar detalhes, Alckmin informou que a Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp) retomará esse trabalho.

Alckmin voltou a dizer que a adoção do racionamento será uma decisão técnica. Ele lembrou que o governo está adotando medidas para minimizar os danos à população e comemorou o fato de que o nível das represas subiu nos últimos dias. “A gestão da demanda está nos possibilitando um ganho. Ontem [11] foram retirados 15,7 m3/segundo do Cantareira e entrou 50,2 m3/s. Entrou três vezes mais do que nós tiramos. Vamos levantar as represas o máximo que pudermos. É uma administração rigorosa”, declarou.

O governador não apontou um percentual crítico do Cantareira, que indicaria a necessidade de racionamento, mas informou que uma situação extrema seria uma afluência de apenas 8m3/s. Ele disse que o objetivo é retirar a diferença que está faltando de outras represas. Nesse sentido, estão sendo feitas obras para retirada de 1m3/s do Rio Guaió, 4m3/s do Rio Grande e também um volume do Guarapiranga.

“Se chegarmos aos 6m3/s, não vamos depender de chuva. Aquilo que entrar, você complementa. O problema é só no Cantareira, os outros [sistemas] estão mais cheios. Mas isso depende de as obras ficarem prontas, de não termos nenhum problema interveniente. Depende de uma série de fatores”, ponderou.

Nível do Cantareira sobe pelo sétimo dia consecutivo e atinge 6,7%

Pela sétima vez seguida, aumentou a quantidade de água nos reservatórios do Sistema Cantareira, o principal manancial de abastecimento de água da região metropolitana de São Paulo. O nível passou de 6,4% ontem (11) para 6,7% hoje (12), embora tenha sido captado baixo volume de chuva de apenas de 3 milímetros (mm).

No total acumulado em 11 dias, o volume alcança 143,8 mm, faltando pouco para atingir a meta esperada para todo o mês que é 199,1 mm, medição relativa a média histórica do período. Os dados disponibilizados pela Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp) mostram elevação nos demais mananciais.

No Sistema Alto Tietê, o nível atingiu 13,2%, com uma pluviometria de 12,9 mm. O acumulado desde o começo de fevereiro está em 122,5 mm e a média histórica para todo o mês é 192 mm.

O índice do Sistema Guarapiranga ficou praticamente estável, com pequeno aumento (de 55% para 55,2%). O Alto Cotia opera hoje, com 34,3% de sua capacidade, com expansão de um ponto percentual acima do registrado ontem (11). Também manteve-se com alto volume de água o Sistema Rio Grande (de 19,2 mm para 79,8%).

No Sistema Rio Claro, foi constatada pequena elevação (de 31,4% para 31,7% ), embora tenha sido o manancial que mais recebeu água de chuva ontem, somando 32,6 mm. Ao contrário dos demais, que já ultrapassaram a metade da média histórica do mês, esse manancial acumula em 11 dias, pluviometria de 103,2 mm. A média histórica para todo o mês chega a 237,8 mm.

Agência Brasil

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