Contribua   Assine   ou Acesse nossa campanha no Apoia-se

Nossos sites

Parceiros

Expediente

Políticas do Portal

Contribua para manter o Parque Nacional Serra da Capivara | Patrimônio Mundial pela Unesco
GERAL CADERNO 1 CADERNO 2 CADERNO 3
CADERNO 4 BLOGS LINKS ÚTEIS METEOROLOGIA

| Dengue, Zika e Chikungunya no Caderno Saúde |
A sociedade mobilizada para vencer essa luta

Ambiente | Energia | Lixo | Água | Mariana

Ecopontos, Feiras-Livres e outros serviços em Uberlândia
quinta-feira, 19 fevereiro, 2015 - 22h18

Nível do volume morto do Cantareira sobe, mas ainda é considerado crítico

   
Sabesp/Divulgação
O nível do Sistema Cantareira vem subindo diariamente desde o dia 5 deste mês, mas ainda é considerado crítico

A quantidade de água armazenada na segunda cota do volume morto do Sistema Cantareira, principal manancial de abastecimento de água da região metropolitana de São Paulo, alcançou 8,9% hoje (18).

O nível do sistema vem subindo diariamente desde o dia 5 deste mês, mas ainda é considerado crítico.

A primeira cota do volume morto – reserva que fica abaixo das comportas e precisa ser bombeada, e que injetou 182,5 bilhões de litros de água no sistema – começou a ser disponibilizada em maio do ano passado e a segunda cota (com 105 bilhões de litros de água), em novembro, quando o volume do sistema tinha atingido 10,6%.

Fevereiro é considerado o mês que mais choveu no sistema desde janeiro de 2012, segundo informações da Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo.

Até hoje, a pluviometria acumulada no mês já alcançou o volume de 257,0 milímetros (mm), superando a média histórica esperada para o mês, estimada em 199,1 mm.

O último período que registrou o maior índice de chuvas no sistema foi janeiro de 2012, quando a pluviometria acumulada alcançou o volume de 336,5 mm. O período mais seco foi agosto de 2012, com apenas 0,7 mm, quando o esperado para o mês era 36,9 mm.

No ano passado, o mês que registrou mais chuva foi março, com pluviometria acumulada de 193,3 mm, acima da média histórica para o mês (184,1 mm). O período mais seco em 2014 foi junho, com 15,8 mm de chuva acumulada, abaixo do volume esperado para o mês (56 mm).

Os níveis dos demais sistemas que abastecem a Grande São Paulo também subiram. O Alto Tietê passou de 15,2% para 16,3%. O Guarapiranga subiu de 55,6% para 56,3%. O Alto Cotia passou de 34,7% para 35,3%, o Rio Grande, de 82% para 82,9% e o Rio Claro, de 33,2% para 34,6%.

Agência Brasil

Saiba mais no Caderno Água

Material jornalístico de uso livre segundo as atribuições específicas de cada fonte exceto quando especificado em contrário. Fotos e textos podem pertencer a autores diferentes, sempre devidamente identificados. Créditos das fotos devem ser preservados. Nenhuma das fontes mantém qualquer vínculo comercial ou de outra ordem conosco. Em caso de dúvida, consulte. Leia também nossos Termos de Uso e Serviço | Preços, prazos, links e demais informações podem sofrer alteração e correspondem ao dia em que o material foi publicado sendo de responsabilidade da fonte original.

Documento sem título
Considere contribuir com nosso trabalho

Últimas no FarolCom

Veja também

FarolCom no Twitter

FarolCom no Pinterest