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quinta-feira, 26 fevereiro, 2015 - 11h45

Chuvas ajudam a elevar nível do Cantareira

   
Divulgação/Sabesp
O nível do Sistema Cantareira apresentou hoje (26) a 21ª alta consecutiva deste mês de fevereiro

Chuvas ajudam a elevar pela 21ª vez nível do Cantareira. A informação traz um pouco de alívio pelo fato do sistema estar em acensão, mas ainda é preciso muita água para que apenas o volume útil, passe a ser utilizado.

Depois disso será necessário recompor os 982 bilhões de litros desse volume útil até um patamar que garanta segurança hídrica de verdade.

Isso será possível com um bom índice de chuva, a continuação de todas as medidas de economia, ações de reflorestamento e preservação das regiões de manancial e planos de gerenciamento hídrico.

Isso pode levar um tempo difícil de prever e portanto precisa da ação de todos, sociedade e governo.

Para repor os 182,5 bilhões de litros da primeira reserva técnica (volume morto) o índice de medição dos reservatórios precisa subir mais 18,5% e aí teremos alcançado a cota zero do volume útil, aquele que não precisa de bombeamento.

O nível do Sistema Cantareira, principal manancial de abastecimento da região metropolitana de São Paulo, apresentou hoje (26) a 21ª alta consecutiva deste mês de fevereiro, ao passar de 10,8% para 11,1%.

O volume de chuva sobre o manancial de ontem (25) para hoje (26) foi 15,2 milímetros (mm). A dois dias de encerrar o mês, o acumulado está em 293 mm, acima da média histórica para esse período (199,1 mm).

A informação fornecida pela Sabesp

Segundo a Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp), com o gradual enchimento das seis represas que formam o sistema foi possível alcançar o nível da primeira cota da reserva técnica, a água que fica logo abaixo das comportas. Para repor os 182,5 bilhões de litros e atingir o volume útil de operação, é necessário subir mais 18,1 pontos percentuais, o que daria maior tranquilidade no fornecimento a 6,5 milhões de pessoas.

Nos cinco mananciais restantes administrados pela Sabesp, o único que registrou queda no volume armazenado foi o Sistema Rio Grande, onde houve redução de 0,1 ponto percentual, passando de 83,4% para 83,3%. No Sistema Alto Tietê, o volume ficou estável pelo segundo dia seguido em 18,3%. No Guarapiranga, o nível subiu de 58,7% para 59,8%; no Alto Cotia, de 36,4% para 37,7%, e no Rio Claro, de 35,5% para 35,7%.

Outras fontes de consulta e acompanhamento

Apenas os dados divulgados pela Sabesp, não são suficientes para se ter uma real dimensão da situação dessas águas. Outros sites e grupos de profissionais da área indicam os valores reais e não a conta simples que a companhia paulista apresenta e podem ser acompanhados para uma comparação mais realista.

A questão que fica cada vez mais evidente e necessária é a do uso consciente da água porque numa região altamente impermeabilizada como São Paulo, a questão da segurança hídrica vai além da chuva.

Você pode acompanhar os índices pelo perfil Rios e Ruas no Facebook, explicações e gráficos no site Além do Laboratório, no próprio site da Sabesp e no site Apolo 11.

É preciso compreender também que usando o volume morto significa que o Cantareira, trabalha no negativo. Tudo que está abaixo do nível normal de captação funciona mais ou menos como o cheque especial. Tem dinheiro, pode ser usado, mas tem que ser devolvido com juros. No caso do banco você renegocia; com a reserva hídrica de uma área metropolitana altamente ocupada como São Paulo, é bem provável que não. Pelo menos a curto e médio prazo.

Por outro lado a chuva nas áreas urbanizadas, asfaltadas, cimentadas provoca apenas alagamentos e transtornos. Uma água que se perde, que se contamina, antes que possa cumprir seu melhor papel. Garantir a vida. Caso para pensar e agir promovendo mudanças no estilo de vida, de ocupação e construção.

Da Redação | Pedro Reis com Agência Brasil, Sabesp e os sites acima citados

Saiba mais no Caderno Água

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