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sexta-feira, 6 março, 2015 - 22h45

Cantareira permanece estável e justiça limita retirada

   
Divulgação/Sabesp
O Sistema Cantareira está com o nível mais baixo dos últimos 10 anos

Limite para a retirada de água do Cantareira busca garantir que não haja prejuízo às vazões para a Bacia Hidrográfica dos rios Piracicaba, Capivari e Jundiaí.

A Justiça Federal limitou a retirada de água do Sistema Cantareira para que seja preservados ao menos 10% do volume útil original para a época de estiagem, que começa em 30 de abril.

A liminar da juíza substituta Renata Coelho Padilha ratifica outra decisão provisória, concedida em outubro do ano passado pela 3ª Vara Federal em Piracicaba, mas que havia sido derrubada em recurso.

O pedido conjunto do Ministério Público de São Paulo e do Ministério Público Federal busca garantir que não haja prejuízo às vazões para a Bacia Hidrográfica dos rios Piracicaba, Capivari e Jundiaí.

A Justiça determinou ainda que a Agência Nacional de Águas (ANA) e o Departamento de Águas do Estado de São Paulo (Daee) estipulem semanalmente metas de restrição para permitir a recomposição dos níveis dos reservatórios. O objetivo é que em cinco anos o Sistema Cantareira volte a 95% da capacidade.

Desde o último dia 2, o sistema opera com 11,7% de seu nível total, segundo medição diária feita pela Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo. Para repor o volume da primeira cota da reserva técnica, que começou a ser usada em maio do ano passado, a capacidade deveria subir de 11,7% para 29,2%.

Em nota, a Sabesp informou que, para os reservatórios chegarem ao fim de abril com 10% da capacidade total, é necessária vazão média de 56 metros cúbicos por segundo (m³/s) nas próximas semanas. A vazão média no período de 1º de janeiro a 5 de março de 2015 é 25m³/s. “Assim, mesmo que a ANA e o Daee determinem que a Sabesp interrompa completamente a retirada de água do Sistema Cantareira, o cumprimento da decisão será impossível, a não ser que ocorram chuvas, com baixíssima probabilidade.”

A empresa lembrou que já reduziu em 56% a retirada de água do Cantareira. “Reduções adicionais implicariam sacrifícios ainda maiores para a população da região metropolitana de São Paulo. E, por isonomia, a imposição de restrições de consumo à população da Bacia do Piracicaba [Campinas, Piracicaba, Americana]”, acrescenta o comunicado. O Daee informou que a Procuradoria-Geral do Estado vai recorrer da decisão.

Nível do Cantareira fica estável pelo quinto dia

Principal manancial de abastecimento da região metropolitana de São Paulo, o reservatório recebeu mais 2,4 mm de chuva. O nível do sistema Cantareira, o principal manancial de abastecimento da região metropolitana de São Paulo, recebeu mais 2,4 milímetros (mm) de chuva. O volume ainda é insuficiente para elevar a quantidade de água armazenada. Desde o último dia 2, esse sistema opera com 11,7% de sua capacidade total, segundo a medição diária feita pela Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp).

O acumulado de chuva este mês no Cantareira está em 6,1 mm e a média histórica prevista para março é 178 mm. Para repor o volume da primeira cota da reserva técnica, que começou a ser utilizada em maio do ano passado, a capacidade deveria subir de 11,7% para 29,2%.

De acordo com o Centro de Previsão de Tempo e Estudos Climáticos (Cptec), as áreas de instabilidade no Sudeste devem provocar precipitações isoladas. As chuvas poderão ter forte intensidade amanhã (7) sobre o sul de Minas Gerais, onde se localizam nascentes importantes que alimentam o Cantareira.

Dos seis mananciais administrados pela Sabesp, três apresentaram queda no volume de água. No sistema Alto Tietê, o nível passou de 18,9% para 18,7%; no Guarapiranga, de 63% para 62,9%; e no Rio Grande, de 85,4% para 85,2%. Nos dois restantes foram registradas elevações: o nível do Alto Cotia passou de 40,7% para 40,9% e o Rio Claro, de 38,5% para 38,6%.

Agência Brasil

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