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sexta-feira, 13 março, 2015 - 12h08

Situação é de economia mesmo com o Cantareira em alta

   
Sabesp
Estação de tratamento de água

Para chegar ao ponto zero do primeiro volume morto, o Cantareira precisa de mais de 160 bilhões de litros e isso é coisa para se alcançar em conjunto.

Daí em diante mais que o dobro disso e a mesma tendência de alta para que se comece a normalizar o sistema como um todo.

Há obras em andamento, há a economia por parte dos usuários mas o fato é que seguimos no cheque especial. O Guarapiranga que está liderando a captação é muito menor que o Cantareira.

Fiscalização sistemática para localizar e reparar vazamentos, desperdícios e roubo da água também fazem parte do ról de ações.

Reavaliar segundo sua própria necessidade, os hábitos que podem ser modificados. Fechar torneiras, captar água da chuva, trocar equipamentos, reutilizar água, regenerar a mata ciliar, proteger nascentes, a lista de ações tanto da sociedade quanto do poder público é imensa, mas é preciso cuidar do que está feito, do que está andamento e colocar agilidade e consciência no que ainda está por fazer.

Só a chuva não resolve

Hoje (13) a Sabesp informa que o nível do Sistema Cantareira aumentou mais uma vez ao passar de 14% para 14,3% após acúmulo de 0,7 milímetros (mm) de chuva de ontem (12) para hoje. No mês, a pluviometria do sistema acumula 132,2 mm, sendo que a média histórica para o período é de 178 mm.

O volume de água armazenada nos demais mananciais de abastecimento administrados pela Sabesp também aumentou com exceção do Alto Tietê que ficou estável em 20,3%, mesmo com os 5,9 mm de chuva que caíram na área, acumulando 98,9 mm (média histórica 172,4 mm).

Na Represa do Guarapiranga, o nível passou de 71,2% para 72%. No Rio Grande passou de 93,3% para 95,1%. No Alto Cotia aumentou de 53,3% para 53,6% e no sistema Rio Claro de 39,9% para 40%.

Rio de Janeiro intensifca recomposição de mata ciliar

"Para combater a degradação ambiental dos rios Guandu e Macacu – responsáveis pelo abastecimento de mais de 11 milhões de pessoas da Região Metropolitana – a Cedae realiza, desde 2008, o programa Replantando Vida, que visa recuperar as matas ciliares nas bacias destes mananciais.

Aliada às estas ações, a campanha institucional do Estado Toda gota conta! E a gente conta com você! estimula o consumo inteligente de água no Rio.

O plantio de mudas de espécies da Mata Atlântica nas margens dos rios conserva as nascentes. O objetivo é melhorar a quantidade e qualidade das águas que são captadas para tratamento e distribuição. Além disso, o projeto contribui para a melhoria da qualidade do ar e para a redução de gases de efeito estufa, já que as vegetações em crescimento absorvem gás carbônico durante o processo de fotossíntese.

O projeto de reflorestamento estadual utiliza mudas cultivadas em cinco viveiros da Cedae: na Estação de Tratamento de Água (ETA) Guandu, em Nova Iguaçu, que alcança a marca de 300 mil mudas por ano; na incubadora de mudas Arthur Sendas, no Centro de Visitação Ambiental da Estação de Tratamento de Esgotos (ETE) Alegria, no Caju, na Zona Norte, com produção anual de 31 mil mudas; no Viveiro Manuel Gomes Archer, localizado no reservatório Victor Konder, em Campo Grande, na Zona Oeste do Rio, que tem capacidade para produzir 30 mil mudas por ano; no viveiro da ETE São Gonçalo, que produz 180 mil mudas anuais, além do Centro de Produção de Mudas Florestais Dorothy Stang, localizado no presídio onde funciona na Colônia Agrícola Marco Aurélio Vergas Tavares de Mattos, em Magé, que tem capacidade para cultivar 1,3 milhão de mudas por ano. Nesses locais, são produzidas mudas de mais de 150 espécies de árvores nativas, como Quaresmeira, Embaúba, Guapuruvu e Pau-Brasil.

De cunho socioambiental, o programa que também conta com a parceria da Secretaria de Administração Penitenciária e da Fundação Santa Cabrini, utiliza a mão de obra de detentos em regime semiaberto e aberto, promovendo a inclusão social e profissional de apenados. Os apenados atuam de forma remunerada e realizam capacitação de mil horas/aula na Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro.

- O programa ambiental de plantio de mudas tem uma relevância ímpar, pois cria oportunidade para apenados e confirma o compromisso da empresa com a sustentabilidade - disse o coordenador do Projeto Replantando Vida, Alcione Duarte". por Esther Medina | Imprensa RJ

Os mananciais que abastecem São Paulo, Sul de Minas e Rio de Janeiro, nascem praticamente na mesma região e para manter essa grande concentração populacional é imprescindível, preservar de todas as formas e em conjunto.

Você pode acompanhar os índices e outras informações úteis pelo perfil Rios e Ruas no Facebook, explicações e gráficos no site Além do Laboratório, no próprio site da Sabesp e no site Apolo 11. (NR)

da redação

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