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quinta-feira, 30 abril, 2015 - 22h22

Programa Nascentes: proteção e recuperação de matas ciliares

   

Entre os benefícios estão a diminuição do escoamento superficial das águas das chuvas, minimizando processos erosivos e conservando os recursos hídricos

Com a meta de restaurar cerca de 20 mil hectares de matas ciliares e proteger seis mil quilômetros de cursos d’água, o programa Nascentes tem por objetivo aliar conservação da biodiversidade à qualidade da água.

O projeto envolve proprietários locais, prefeitura, sindicato, ONGs, secretarias de Estado, associações e cooperativas.

A iniciativa do Governo do Estado, por meio da Secretaria do Meio Ambiente, conta com investimentos públicos e privados.

E por que as matas ciliares são tão importantes? Dispostas ao longo das margens dos cursos d’água, esse tipo de vegetação forma uma interface dinâmica entre os sistemas aquáticos e terrestres, trazendo vários benefícios, entre eles a diminuição do escoamento superficial das águas das chuvas, o que acaba minimizando os processos erosivos e favorecendo a conservação dos recursos hídricos.

A2 Fotografia / Edson Lopes Jr.
Primeiro plantio de mudas aconteceu no município de Piracaia. Segundo plantio aconteceu na cidade de Jacareí

Ações

Inicialmente, as ações abrangem as bacias hidrográficas do Alto Tietê, Paraíba do Sul e Piracicaba/Capivari/Jundiaí, regiões que concentram mais de 30 milhões de habitantes. Nesta etapa, o objetivo é recuperar 4.464 hectares de matas ciliares, uma área equivalente a 5.400 campos de futebol, utilizando 6,3 milhões de mudas de espécies nativas.

O primeiro plantio de mudas aconteceu no dia 20 de março no município de Piracaia, na Bacia Hidrográfica dos rios Piracicaba/Capivari/Jundiaí (Bacia PCJ). A previsão é que sejam plantadas mudas em 10,22 hectares de áreas ciliares em seis propriedades rurais, próximas da Represa da Cachoeira.

Já a segunda frente teve início nesta quinta, 30, e prevê a restauração ecológica de 371 hectares de matas ciliares na bacia hidrográfica do Rio Paraíba do Sul. No total, serão utilizadas 618.983 mudas de 80 espécies nativas da Mata Atlântica que serão plantadas em 10 áreas localizadas no reservatório da Usina Hidrelétrica Jaguari, pertencente à Companhia Energética de São Paulo (Cesp).

Cantareira e mais três mananciais encerram abril com chuvas abaixo da média

O Sistema Cantareira chega ao final de abril com apenas metade do volume de chuva que era esperado para todo o mês, acumulando 45,3 milímetros (mm) diante da média histórica de 89,8 mm. De ontem (29) para hoje (30), pela segunda vez nesta semana, caiu o nível desse manancial, responsável pelo abastecimento de 5,4 milhões de pessoas na região metropolitana de São Paulo.

Os seis reservatórios que formam o Cantareira estão operando com 19,9% de sua capacidade, variação que representa uma queda de 0,1 ponto percentual. Na terça-feira (28), o nível tinha baixado de 20,1% para 20% depois de permanecer 86 dias entre elevações e estabilidade.

Pela nova metodologia de medição da Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp), que leva em conta a utilização da reserva técnica (água que fica abaixo das comportas), o nível baixou de 15,5% para 15,4%. O déficit em relação ao volume útil (água que fica acima das comportas) está em 9,3%.

A pluviometria também ficou abaixo da média na Represa do Guarapiranga com acumulado de 20,6 mm, equivalente a 28% do total esperado (73,3 mm). Nesse Sistema, o nível teve redução de 0,2 ponto percentual, passando de 82% para 81,8%.

No Alto Cotia, o nível manteve-se estável em 65,5% com acúmulo de 31,8 mm de água, o que representa 39,2% do previsto (81,1 mm). Ocorreu estabilidade ainda no Sistema Rio Grande que opera com 95,6% de sua capacidade. Apesar de ter um bom índice de represamento, o Rio Grande também teve captação inferior ao esperado, com 73,2 mm de acúmulo, enquanto a média fixada está em 106 mm.

Nos dois sistemas restantes administrados pela Sabesp, o volume de chuva superou a média histórica: Rio Claro armazenou 263,4 mm, 31,6% mais que o esperado com o nível em alta de 47,9% para 49,8%; e o Alto Tietê com o nível estável em 22,3% recebeu 116,7 mm ou 20% acima da média para o período (97,4 mm).

da redação com informações do Portal do Governo de São Paulo e Agência Brasil

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