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quarta-feira, 13 maio, 2015 - 22h39

Sabesp descarta rodízio em 2015 e Cantareira segue estável

   

O presidente da Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp), Jerson Kelman, descartou hoje (13) a possibilidade de rodízio no abtasecimento de água na região metropolitana da capital para este ano.

Atualmente, os consumidores atendidos pelo Sistema Cantareira sofrem redução de pressão do abastecimento, o que, na prática, garante água apenas durante algumas horas do dia.

Segundo Kelman, caso a crise hídrica se agrave, a Sabesp pode adotar o racionamento escalonado, alternando dias com e sem abastecimento.

“Não temos qualquer previsão de rodízio para 2015, porque, diferentemente do que ocorria há um ano, hoje temos condição de diminuir a retirada de água do Cantareira”, destacou o presidente da Sabesp, que participou hoje de audiência na Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Câmara Municipal de São Paulo que investiga problemas de abastecimento na capital.

O Cantareira tem um déficit de 9,5% e precisaria receber 98,2 bilhões de litros para atingir o ponto inicial de captação por gravidade, ou seja, a superfície do volume útil. No próximo dia 16 completará um ano de utilização da reserva técnica, de onde as retiradas são feitas por bombeamento

Para Jerson Kelman, as melhorias no sistema de abastecimento, com interligação dos reservatórios, possibilitou a redução da retirada de água do Cantareira. “A Sabesp trabalhou duro nos últimos meses para robustecer o sistema de distribuição de água em São Paulo, de modo que outros sistemas possam socorrer a área que inicialmente era só abastecida pelo Cantareira”, explicou.

De acordo com o presidente, a empresa agora pode garantir que o Cantareira não entrará em colapso e que a Grande São Paulo não sofrerá com racionamento mais drástico, mesmo que o volume de água armazenado seja menor que no mesmo período do ano passado.

“Já estamos no período seco e o atravessaremos sem perder o controle, sem esvaziar os reservatórios e sem a necessidade de impor à população uma situação ainda mais difícil. Estamos seguros disso”, concluiu.

Nível do Cantareira fica estável em 19,8% e quatro mananciais têm alta em SP

O nível do Sistema Cantareira, que apresenta a pior condição hídrica entre os seis mananciais de abastecimento da região metropolitana de São Paulo, ficou estável hoje (13) depois de subir um ponto percentual ontem (12). Pela nova metodologia de cálculo da Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp), que leva em consideração as atuais retiradas da reserva técnica (água abaixo das comportas), o Cantareira opera com 15,3% de sua capacidade, com um estoque de 194,1 bilhões de litros.

Pela medição convencional, que contabiliza o armazenamento em relação ao volume útil (água que fica acima das comportas), fica em 19,8%. As chuvas que caíram sobre os seis reservatórios do sistema foram fracas ontem (12) e hoje (13), apenas 3,8 milímetros (mm). No acumulado desde o começo do mês, a pluviometria está em 35,1 mm, o equivalente a 44,8% da média histórica prevista para todo o mês (78,2 mm).

O Cantareira tem um déficit de 9,5% e precisaria receber 98,2 bilhões de litros para atingir o ponto inicial de captação por gravidade, ou seja, a superfície do volume útil. No próximo dia 16 completará um ano de utilização da reserva técnica, de onde as retiradas são feitas por bombeamento.

No Sistema Alto Tietê, o nível teve ligeira queda (de 23,1% para 23%), mas o volume de chuva é bom, com 55,6 mm.

Nos quatro mananciais restantes administrados pela Sabesp, foram registrados aumentos nos níveis. No Guarapiranga, o nível subiu de 82,4% para 82,7%; no Alto Cotia (67,5% para 67,7%); no Rio Grande (96% para 96,3%) e no Rio Claro (53,5% para 54,7%).

Agência Brasil

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