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sexta-feira, 5 junho, 2015 - 10h56

Tarifa de água fica mais cara em São Paulo a partir de hoje

A conta de água será reajustada a partir de hoje (4) para os moradores de 359 dos 364 municípios abastecidos pela Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp). O aumento tarifário chega a 15,24%.

   

“A partir do dia 5 de junho, as contas começam a chegar com o reajuste na casa dos clientes, com a nova tarifa incidindo proporcionalmente apenas ao número de dias compreendidos no período da medição”, afirma em nota a Sabesp.

Segundo o comunicado, as tarifas em mais cinco municípios serão atualizadas em outras datas “em decorrência de características contratuais”. É o caso de Glicério (10 de junho), Magda (1º de julho), Torrinha (11 de setembro). Já em Lins e Diadema, os reajustes serão em janeiro e março do ano que vem.

Para que o reajuste seja feito, é preciso fazer uma solicitação à Agência Reguladora de Saneamento e Energia do Estado de São Paulo (Arsesp), que autoriza ou não a porcentagem. O pedido da companhia foi para um reajuste de cerca de 22,7%, mas a Arcesp autorizou os 15,24%.

Em nota, a Arsesp informou que houve um longo processo de discussão, coleta e análise de dados para a revisão tarifária. A decisão pelo valor autorizado, segundo a nota, é resultado de duas deliberações. Uma delas trata, entre outros pontos, do reajuste tarifário anual referente a 2015. A segunda estabelece o índice de 6,9154% “devido ao aumento de custo da energia elétrica e à queda no mercado decorrente da crise hídrica”.

Segundo a Sabesp, um reajuste de 6,5% já estava em vigor desde o dia 27 de dezembro do ano passado.

Nível do Sistema Cantareira tem quinta alta seguida

Embora tenha captado um baixo volume de água de chuva, de apenas 0,1 milímetro (mm), nas últimas 24 horas, o nível do Sistema Cantareira voltou a subir, de 20% para 20,1%. É a quinta elevação consecutiva. Os dados são da medição diária feita pela Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp).

Essa medição não leva em consideração o uso da reserva técnica (água que fica abaixo das comportas). Pelo cálculo que inclui essa utilização, o nível atingiu 15,5%, com um estoque que aumentou de 196,6 bilhões de litros de água para 197,4 bilhões.

O déficit diminuiu de 9,3% para 9,2% e o volume necessário para atingir a superfície do volume útil (água que fica acima das comportas) caiu de 90,9 bilhões para 90,1 bilhões de litros. O acumulado de chuva desde o dia 1º está em 10 mm. A média histórica para o mês de junho é de 58,5 mm.

Mesmo com a melhora neste começo do mês, o Cantareira ainda está longe de conseguir repor as perdas registradas desde o verão de 2014 e se mantém com o pior cenário entre as fontes hídricas utilizadas para o abastecimento da região metropolitana de São Paulo. Com a queda gradativa na capacidade de operação de seus reservatórios, esse sistema deixou de se ser o maior fornecedor de água da região, atendendo hoje a 5,4 milhões de pessoas, número bem abaixo do registrado há um ano – cerca de 9 milhões.

Nos demais mananciais administrados pela Sabesp ocorreram quedas. No Sistema Alto Tietê, o nível caiu de 22,1% para 22%. No Alto Cotia, que ontem (3) havia apresentado estabilidade em 67,3 mm, houve recuo de 0,2 ponto percentual, passando para 67,1%. No Guarapiranga, o nível baixou de 79,7% para 79,5%; no Rio Grande, de 93% para 92,7%; e no Sistema Rio Claro, de 56,2% para 56%.

Agência Brasil

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