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terça-feira, 17 novembro, 2015 - 11h44

Nível do sistema Guarapiranga mais que dobra em um ano

Segundo a Sabesp, sistema está próximo de alcançar 100% de sua capacidade. A companhia também avalia que o Sistema Cantareira deve sair do volume morto no fim de abril de 2016. Economizar água continua sendo prioridade.

   

Novembro de 2015 nem chegou à metade e já registra uma pluviometria de 115,8 mm, bem próxima da média histórica de 123,8 mm para o mês.

Mantido o ritmo de chuvas atual, são grandes as chances de o Guarapiranga atingir os 100% de capacidade até o fim deste ano.

Bônus - A adesão da população da Grande São Paulo ao Programa de Bônus chegou a 79% dos clientes no mês de outubro na Região Metropolitana e na Região Bragantina.

No total, a economia de água feita pelos moradores atendidos pela Sabesp fez com que a companhia deixasse de retirar no mês passado 6,2 mil litros por segundo das represas que abastecem a Região Metropolitana de São Paulo e a área de Bragança Paulista.

Vagner Campos/A2 Fotografia
Sabesp avalia que Sistema Cantareira deixe o volume morto em abril de 2016 | Vagner Campos/A2 Fotografia
Sabesp avalia que Sistema Cantareira deixe o volume morto em abril de 2016

O volume economizado é suficiente para abastecer cerca de 2 milhões de pessoas, correspondente às populações somadas das cidades de Campinas, Sorocaba e Santos, aproximadamente. Ou seja, em todo o mês de outubro, a população poupou 16,07 bilhões de litros de água. Para ter uma ideia do quanto isso representa, esse volume equivale praticamente à capacidade total do Sistema Alto Cotia – no qual cabem 16,5 bilhões de litros de água.

Dos 79% que reduziram o gasto de água em outubro, 67% efetivamente ganharam o bônus, enquanto os demais 12% diminuíram o consumo, mas não o suficiente para receber o desconto na fatura da Sabesp. Tem direito ao benefício o cliente que baixar o gasto na comparação com a média do período de fevereiro de 2013 a janeiro de 2014, antes da crise – é a mesma base utilizada para determinar a cobrança do ônus.

Considerando todos os clientes que receberam bônus no mês passado, 56% reduziram o consumo em mais de 20% (faixa de bonificação de 30%), 5% diminuíram o uso entre 15% e 20% (faixa de bônus de 20%) e outros 6% tiveram um gasto de água entre 10% e 15% menor e ganharam bônus de 10%.

Cantareira estável

Com base na previsão do tempo para os próximos meses e em dados históricos dos últimos 85 anos, a Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo informou ontem (16) que chega a 97,6% a probabilidade de que o estoque de água do Sistema Cantareira esteja, no início do próximo período seco (fim de abril), acima da reserva técnica (volume morto).

Hoje o sistema está com 17,5% da capacidade de armazenamento e continua operando com a primeira cota do volume morto. No fim de fevereiro deste ano, o Cantareira recuperou a segunda cota do volume morto, que começou a ser utilizada no dia 24 de outubro do ano passado.

A primeira cota da reserva técnica começou a ser bombeada em 16 de maio de 2014, quando o armazenamento era 182,5 bilhões de litros de água (18,5% de acréscimo). A segunda cota do volume morto acrescentou ao sistema 105 bilhões de litros de água (10,7% de acréscimo). A capacidade total do Sistema Cantareira é 1 trilhão de litros.

Capital paulista registra 16% a mais que a chuva esperada para o mês

Em 16 dias, choveu na capital paulista cerca de16% a mais do que o esperado para todo o mês de novembro. De acordo com levantamento do Centro de Gerenciamento de Emergências (CGE) da prefeitura, o índice pluviométrico atingiu ontem (16) 149,7mm. A média histórica para o mês é 129,5mm.

Segundo os meteorologistas do CGE, choveu em 12 dos 16 dias e a previsão é de mais chuva nesta semana. O mês de novembro mais chuvoso foi o de 2002, com 24 dias de precipitação, e o que menos teve chuva foi o de 1998, com nove dias. O Centro de Gerenciamento iniciou o monitoramento em 1995.

De acordo com a previsão do CGE, o sol volta a predominar nos próximos dias, favorecendo a elevação das temperaturas na Grande São Paulo. Com isso, também retornam as pancadas concentradas no fim da tarde.

Hoje (17), as mínimas oscilam em torno dos 18ºC, enquanto as máximas podem chegar aos 28ºC. A umidade relativa do ar entra em declínio e pode atingir valores abaixo dos 50% nas horas mais quentes. No fim da tarde, a chegada da brisa marítima aumenta a nebulosidade e favorece a ocorrência de pancadas isoladas na Grande São Paulo.

Amanhã (18), o predomínio de sol favorece a rápida elevação das temperaturas. Os termômetros devem registrar mínimas de 19ºC e máximas que podem superar os 30ºC. A propagação de áreas de instabilidade deve provocar pancadas de chuva mais generalizadas entre o fim da tarde e a noite.

Com informações da Sabesp e Agência Brasil

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