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quinta-feira, 24 dezembro, 2015 - 13h03

Entenda a captação de água no Rio Paraopeba

Reservatórios estão com a capacidade de 22,5% de armazenamento de água e devem chegar até maio a 60% com novo sistema

   

A inauguração da obra de captação de água no rio Paraopeba na última segunda-feira (21/12), somada aos esforços de economia água e aumento de 30% na quantidade de chuvas, deixa a situação hídrica da Região Metropolitana de Minas Gerais muito melhor que há um ano.

Os reservatórios do Sistema Paraopeba estão com a capacidade de 22,5% de armazenamento de água e, com a implantação do novo sistema, deverão ser preservadas até que recuperem a marca de 60% do volume com as chuvas. Com isso, o abastecimento na RMBH está controlado pelos próximos 20 anos. O investimento na obra foi de R$ 128,4 milhões.

A Copasa vai utilizar a água captada no Paraopeba no período de chuvas, de outubro a maio, para permitir que os reservatórios recuperem os volumes. “A expectativa é a de que os reservatórios voltem a atingir o patamar de 60%, até junho de 2016, no período de estiagem, o mesmo índice acumulado em 2014”, estima o diretor de Operação Metropolitana da Copasa, Rômulo Thomaz Perilli.

Divulgação/Copasa
Equipes do CaçaGotas reduziram em 39% o tempo de atendimento para reparar vazamentos | Divulgação/Copasa
Equipes do CaçaGotas reduziram em 39% o tempo de atendimento para reparar vazamentos

Isso porque a água captada do rio, até então, seguia para o mar e agora passará a abastecer cerca de 50% da população metropolitana da capital. A medida desafogará os três reservatórios que compõem o Sistema Paraopeba - Rio Manso, Serra Azul e Vargem das Flores.

Entenda o sistema

São 5 mil litros de água por segundo captados do Rio Paraopeba, que passam por 6,5 km de adutoras até a Estação de Tratamento de Água (ETA) do Rio Manso. “Os 5 mil litros de água, correspondem a 13 milhões de m³ de captação no Paraopeba. Vamos ter uma economia mensal de 13 milhões de m³ nos reservatórios”. A tendência é a de que os reservatórios aumentem a capacidade de armazenamento de água, dependendo da quantidade de chuvas. Veja o infográfico:

Na ETA do Rio Manso, a água passará pelos processos de coagulação, floculação, decantação, filtração, cloração e fluoretação. As obras iniciadas em junho deste ano estão com 95% de execução. “Foi uma obra concluída em tempo recorde para resolver o problema de vez”, comemora.

Quando assumiu o Governo do Estado, o governador Fernando Pimentel recebeu da Copasa um relatório apontando como crítica a situação do abastecimento de água potável, especialmente na Região Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH). “No passado os reservatórios foram explorados sem a preocupação com a falta de chuvas comprometendo a capacidade de abastecimento", relembra Perilli.

Infográfico Agência Minas
A obra de captação de água no rio Paraopeba deixa a situação hídrica da Região Metropolitana de Minas Gerais muito melhor
A obra de captação de água no rio Paraopeba deixa a situação hídrica da Região Metropolitana de Minas Gerais muito melhor

Outras ações

Desde o início do ano, a Copasa tem divulgado diariamente, com transparência, de forma inédita, todas as ações executadas e as atuais condições dos reservatórios responsáveis pelo abastecimento da RMBH. A Copasa também colocou em prática uma série de medidas, entre elas a campanha de mobilização social “Cada Gota Conta” e o programa operacional Caça-Gotas.

O Caça-Gotas, composto de equipes especializadas no atendimento a ocorrências de vazamentos, rupturas de redes e de ligações na área da RMBH, diminuiu em 51% o tempo para correção de vazamentos de água em Belo Horizonte, o que possibilitou um significativo combate ao desperdício de água. Os dados mais recentes, apurados no final de novembro, indicam que a companhia realizou 166.350 atendimentos na RMBH. Mais informações no telefone 115 ou pelo site www.copasa.com.br

Agência Minas

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